quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Uma pequena explicação

Os textos que foram colocados nesse Blog nos últimos dois dias estavam hospedados em uma rede social fetichista. Como eu resolvi desabilitar o perfil nessa rede social, transferi tudo para cá. Tudo foi escrito entre 2011 e 2012.

Obrigado a todos que se interessaram,

A/

Minha menina



Ela bate a porta de meu quarto, tarde da noite de um sábado. Cabeça baixa, olhos vermelhos, prestes a despejar as lágrimas.
Minha menina me abraça e eu correspondo. Não há palavras, mas sei do que ela precisa.
Levo-a para sentar a beira da minha cama e a aninho em meu colo. Pequena, frágil, ela só quer um carinho, um cafuné.
Passo meus dedos entre seus cabelos, acaricio seu rosto e ela se acalma, se agarra nas minhas pernas e pressiona seu rosto no meu pau. Delicadamente ela retira-o para fora da calça e começa a mama-lo, como uma criança chupando sua mamadeira. Meu pau responde instantaneamente e preenche sua boca.
Chupa, chupa forte, como eu gosto. Minha menina aprendeu muito bem em todos esses anos comigo. Continuo acariciando seu rosto e suas lindas mechas loiras, e ela acelera até me fazer gozar.
Bebe tudo, me dá um sorriso de satisfação e se deita ao meu lado um pouco mais feliz.
Assim dormimos juntos abraçados...
A/

Reencontro



Baco já havia alterado a nossa percepção
Nosso reencontro estava com sede
Sede de paixão
Sede de reviver lembranças, sensações
Tudo girava e nós girávamos juntos
O sexo foi intenso
e ao primeiro tapa, ela pediu mais
Não fui economico
A cada tapa, o barulho de carne com carne ficava mais agudo
arrepiante
O gemido, o grito de dor também
Em certo momento disse: quero saber apenas de seu prazer e não de sua dor
Ela só gemeu a partir daí
Menina obediente, eu pensei
Fui próximo ao seu limite
Sua carne queimava
E eu a penetrava cada vez mais
Penetra, tapa, penetra, tapa
E assim foi até o gozo
Suas carnes vermelhas retratavam o nosso prazer
e em um tom dengoso ela me diz: está ardendo...
A/

Minhas vontades


Todas elas tem um nome
com isso elas sabem como se comportar
Todas elas tem o desejo de me satisfazer
A pet sabe que eu a quero para brincar e me fazer companhia
A babygirl sabe que eu quero mima-la, educa-la e vicia-la nos prazeres que posso oferecer
A slut serve para simplesmente trepar e satisfazer as minhas perversões
Todas elas tem um nome....
A/

Não ao Miojo...rs


ão acredito em relações miojo, daquelas que em um minuto estão prontas...
Acredito que relacionamentos verdadeiros tomam tempo e devem ser muito bem resolvidos.
Uma semana? um mês? Tempo muito curto para qualquer coisa.
Quando falamos de SM então...
Assim como não existem fórmulas, não existem prazos...cada um tem o seu.
Tem que haver sempre o bom senso para saber com quem e quando firmar um relacionamento assim.
Óbvio?
Nem sempre...rs

Primeiros passos...


Foi um encontro casual.
Nossos olhares se cruzaram e a ansiedade durou até sermos apresentados.
A conversa fluiu bem até que nos afastamos um pouco e fomos conversar com outras pessoas, mas vira e mexe voltávamos a nos ver.
Conversas paralelas foram sendo criadas, mas algo a atraia para mim. Ela chegava devagarinho e me olhava com desejo.
Encostava em meu corpo e resvalava sua mão em mim pedindo atenção.
Logo entrelaçava seus dedos aos meus e eu continuava em minhas conversas, e toda vez que a encarava, ela parecia pedir um toque, um carinho, um beijo...
Durante a noite ela beijou muitos, menos a mim...quem sabe na próxima?
A/

Dia de preguiça...


Estou deitado em minha cama, depois de uma viagem desgastante.
Não quero me levantar, a preguiça toma conta de minhas vontades.
No meio do meu cochilo sinto um corpo que quente se encostar em mim e me abraçar. É a minha menina, toda manhosa dizendo que está com medo, por conta de um pesadelo.
Ela está de camisola e calcinha, e se esfrega provocantemente em mim.
Digo que estou cansado e peço para que ela me deixe dormir, e ela manhosa pede apenas que eu a abrace.
Ela de costas, e eu a abraço...seu cheiro suave e delicado atiça meus sentidos. Seu cabelo macio roça em meu rosto, e bate a vontade de morder o seu pescoço.
Ouço um gemido tímido, provocador...meu tesão se manifesta, mas tento evitar esse desejo fácil.
Ela rebola e se aninha junto ao meu corpo, e o meu desejo fica evidente contra a sua bundinha. Uma rebolada deixa tudo mais intenso.
Não consigo evitar de percorrer com minhas mãos aquele corpo que tanto me provoca. Suas costas, seus ombros, sua cintura e seus seios são alvos das minhas mãos rudes, famintas. Aperto com desejo, com vontade. A cada gemido a intensidade aumenta.
Começo a envolve-la em meus braços, meus apertos e minha fome...a safada não me deixou dormir!
Não demora muito, e eu estou dentro dela, arrancando seus gemidos, seus gritos de dor e tudo mais que ela me oferece para agradar.
Minha menina é sapeca, é safada, é tudo que eu plantei em sua alma, e ela sabe como me dobrar...sabe como ter sempre o seu leite matinal!
A/

Gostos


Minha baby tem 29 anos e acho que está na idade ideal, entre a menina e a mulher madura.
Ela consegue fazer tudo de forma espontanea e criativa, sem se sentir ridícula com tudo isso.
Ela é uma baby, cheia de manhas e vontades, mas ainda quer carinho e atenção.
Faz birra, gosta de me provocar até "ganhar" o seu almejado castigo. Sempre me instiga a prestar atenção nela,
nas suas demonstrações de carinho, nas suas provocações para me fazer ceder a tentação de ser mais que um Daddy normal.
É difícil resistir as suas provocações...tento não cair no pecado, mas isso é bem mais forte do que eu.
A minha baby linda, sentada em meu colo, com seu cheiro angelical, é muito tentador.
Ela sente que o meu desejo se manifesta e ela provoca mais, se remexendo sem parar. Ela me abraça, roçando seus seios
de mamilos intumecidos, protegidos apenas pela fina camiseta. Suas pernas envolvem a minha cintura e ela
se agarra em mim sussurrando gemidos...
Ela sabe que não gosto que minta ou esconda coisas de mim, até porque o castigo disso é o que ela menos suporta:
a minha falta de atenção com ela.
As noites com a minha baby, são as melhores horas...ela vem provocante na sala, passa várias vezes em frente a TV, com o seu pijama curto.
Senta-se ao meu lado, logo deita no meu colo e começa a roçar o seu rosto em meu pau...que menina safada que eu tenho!
Ela sente ele endurecer e com frequencia o abocanha por cima da minha roupa. Dou uma bronca, ela para por alguns momentos e recomeça.
Alguns dias eu cedo e deixo ela mamar até ganhar o leitinho que ela tanto gosta, outros eu dou a mando de castigo para o quarto.
Quando vou dormir, as vezes ela já está na minha cama, nua por baixo dos lençois me esperando para te-la como uma amante, outras vezes ela fica em seu quarto, esperando a minha visita no meio da noite.
Nessas visitas eu a toco, acaricio seus seios, seu corpo, sua bunda, sua buceta...deixo que ela pouco a pouco exponha o seu desejo, abra as pernas e me chame para explora-la.
Depois que abrandamos nossos desejos, ela sempre vem quietinha, devagarinho, se aninhar em meus braços para dormir como um anjo.
"Boa noite paizinho"
"Boa noite filhinha"

Detalhes


Tudo começou com uma provocação, ela pegou a minha mão e colocou meu dedão em sua boca.
Chupou como quem chupa uma chupeta, mas com desejo, olhar provocador e pedindo algo mais.
Mordia, chupava, lambia...
O tesão que ela me provocou foi incompreensível, só sei que a queria, desejava.
Coloquei a mão por baixo da saia e afastei sua calcinha, alcançando uma buceta completamente ensopada.
Toquei-a como só eu sei...no ponto certo e ela chupava com mais intensidade o meu dedão. O toque na ponta do clitóris, na pressão certa, no ritmo dela, com seu mel como lubrificação...
Essa combinação faz com que o gozo venha intenso, relaxante, diferente...
Nos olhamos trocando um sorriso de satisfação por mais uma descoberta de prazer.
A/

Madrugada

Acordei com saudades de você
Daquele seu olhar apaixonado,
Daquela boca que você insistia em morder os lábios,
para me dizer que estava com desejo
Acordei com saudade de você
Da sua manha
Do seu ciúme
Da sua vontade de ser feliz
Do seu bom humor
Acordei com vontade de você
Desse corpo macio
Do seu cheiro
Da sua buceta ensopada
Do seu tesão por mim
Acordei louco por você
De te chupar gostoso
De te foder com vontade
De te pegar pela cintura,
e te trazer junto a mim
De te fazer gozar!
De encher de porra!
Vou dormir com vontade de você...
A/

Começando


Ela veio quieta, olhos baixos e se sentou na minha frente. Seu corpo miúdo e seu jeito angelical logo me chamaram a atenção. Fiquei observando a sua postura, camisa branca e saia um pouco acima dos joelhos, que ao sentar revelava grande parte das coxas. Ela apertava as pernas, quase que como querendo cola-las uma a outra para que elas nunca se separassem.
Ri dessa falta de jeito dela.
- Fique calma menina...eu não mordo...ainda...rs
Ela deu um sorriso tímido da minha brincadeira, mas permaneceu rígida em sua poltrona.
Eu levantei e peguei na doceira que estava na mesa um pirulito que guardo para essas ocasiôes.
Dei a ela, que aceitou com mais um sorriso amarelado.
- Você veio aqui porque quer uma pessoa que cuide de ti, não é?
Ela concordo com um movimento suave da cabeça, mas permaneceu quieta.
Peguei em sua mão gelada e a envolvi entre as minhas, como que aquecendo-as.
Ela levantou e rosto e disse:
- Me sinto tão sozinha e sempre me pareceu que você cuida bem das suas meninas.
- Sim, sou dedicado e sério quando cuido de alguém, mas exijo de minhas meninas. Infelizmente muitas não sabem se comportar e eu tenho que dispensa-las...Uma coisa que você tem que saber, é que eu sou exigente na conduta. Tem que haver comprometimento.
- Sim, eu sei...é por isso que eu te procurei. Quero seriedade também.
- Sabe que é muito bonita, e que fica ainda mais linda chupando esse pirulito?
Ela abriu um belo sorriso com o meu elogio.
- Vamos conhecer a minha casa?
Peguei-a pela mão, e a conduzi pelo jardim, pela piscina e pela varanda. O dia ensolarado ajudava a deixar o local ainda mais agradável.
Ela começou a contar de sua família, que morava no interior do nordeste e como veio para o São Paulo para tentar dar um rumo para a sua carreira profissional. As oportunidades estavam surgindo, mas ela dizia que se sentia muito só, pois tinha desejos que não compartilhava com os amigos.
Contou também como uma certa rede social ajudou-a a encontrar pessoas que tinham gostos peculiares como o seu e como chegou a fazer contato comigo.
Escutei atentamente a tudo que dizia e voltamos a sala para bebermos algo e continuarmos a conversa.
Sentei em uma cadeira de balanço que eu comprei em uma casa de antiguidades e a convidei para sentar em meu colo.
Ela relutou um pouco, mas acabou cedendo e se aconchegando em mim.
Envolvi-a em meus braços e a embalei, voltando a nossa conversa.
- Pelo jeito você gostou de ficar aqui comigo.
- Sim Daddy, gosto de colo...e nunca havia ficado em uma cadeira de balanço.
Fiquei contente com o jeito com que estava se soltando e resolvi provoca-la:
- Quer dormir aqui hoje?
- Não está muito cedo? É a primeira vez que eu venho aqui!
- Fique tranquila, eu tenho um quarto de hóspedes, você fica lá
- Humm que bom...acho que eu posso ficar sim
Conversamos durante o resto da tarde, e ao anoitecer, disse para ela tomar um banho e ofereci um jantar.
Ela fez tudo direitinho, e conforme o combinado, coloquei-a para dormir e fui fazer o mesmo em minha cama.
Adormeci certo de que foi um bom começo com essa nova baby...
A/

Mimando


A nova baby acordou às 10:00 com os olhos inchados da longa noite de sonho e veio para a sala a procura do seu Dadddy.
Ele não estava lá.
Ela percorreu o resto da casa e o encontrou na cozinha, de bom humor e um largo sorriso no rosto.
- Bom dia baby, dormiu bem? Preparei um chocolate gelado e um pote de sucrilhos para você. Quer comer com leite
A pequena menina abriu um sorriso e concordou com o leite nos sucrilhos.
O Daddy sentou-se a mesa, e ela já emendou uma conversa, contando dos vários sonhos que teve durante a noite. Falou que acordou em um quarto estranho, com janelas pequenas e uma porta gigante e pesada. Contou também que em um momento ela viu um cão enorme e bravo e que ela ficou com medo dela. Os fatos sobre os sonhos foram se encadeando, fazendo que o café da manhã frugal durasse quase uma hora.
Os dois estavam se levantando rindo da mesa quando o Daddy fez uma observação:
- Vá até o escritório, que tem pequenos mimos para você!
O rosto da baby se iluminou. Ela saiu correndo em direção ao cômodo, quase que tropeçando em todos os móveis do caminho.
Bonecas, bichos de pelúcia, meias, sapatos, blusas e vestidos foram sendo revelados a cada embalagem rasgada.
A pequena menina, ao final de todos os pacotes, pulou no pescoço do Daddy e deu-lhe vários beijos de agradecimento, aos quais foi retribuída com abraços e carinhos por todo seu corpo de lolita.
Em alguns momentos a menina olhava para o Daddy com reprovação, mas cedia em seguida diante de tanta empolgação com os presentes.
"O que é uma mão boba diante de tantos presentes maravilhosos??" pensou a inocente menina.
E assim começou a "educação" da baby.
A/

Na noite

Durante a noite a minha baby veio até minha cama pedir para dormir comigo pois teve um pesadelo. Eu cansado e meio sonolento aceitei.
Ela deitou com sua camisola curta e sua calcinha de renda e eu a abracei firmemente.
Aquele perfume de menina logo despertou meus instintos e deixou o meu pau duro. Minha filhinha logo percebeu e começou a se mexer esfregando sua bundinha no meu pau. Entendi a provocação e a mandei ficar quieta. Ela obedeceu de inicio e logo voltou a provocar, eu fingindo irritação coloco uma das minhas mãos em seu decote e aperto o mamilo. Ela geme e eu digo: quieta!
Não demora e ela provoca novamente e o meu aperto é mais vigoroso, ela geme mais alto e fica quieta por mais tempo.
Na terceira provocação eu aperto realmente com força e ela geme diferente e emenda um: ai paizinho, que gostoso, continua.
Com o pau estourando não resisto e arranco a minha cueca e a calcinha dela e a coloco de quatro!
Aponto meu pau naquela bucetinha ensopada e penetro de uma só vez.
Minhas mãos apertam as suas carnes, cravando os dedos nelas, deixando marcas e arranhões e arrancando gemidos deliciosos da minha filhinha.
A loucura toma conta do quarto, fodemos como animais no cio e logo gozamos juntos, urrando!
Caímos quase desfalecidos, molhados e ofegantes.
Nos abraçamos nus e assim dormimos profundamente.

Meu brinquedo sexual


Final da tarde, depois de um dia exaustivo de trabalho, chego em casa e vejo a minha baby, sentada no chão brincando com suas bonecas.
Sentei para assistir TV, mas não pude deixar de notar a minha menina trocando as roupas, ajeitando os móveis da sala das bonecas e ajeitando-as em posições no mínimo engraçadas. Ela colocou uma de suas bonecas de quatro em cima da mesa da cozinha, outra apoiada em uma das cadeiras da mesa de jantar com a bunda arrebitada, e outra no chão com as pernas arregaçadas como que esperando uma penetração. Definitivamente a minha menina é muito safada!
- Filha, quer brincar com o Daddy?
- Claro que sim! Respondeu ela, toda animada.
- Quer ser a minha boneca? Mas tem que ficar quietinha na posição que o Daddy colocar, ok?
- Hummm ok!
- E não vai poder se mexer até o Daddy falar que acabou a brincadeira, combinado?
- Combinado! Respondeu ela com um sorriso safado no rosto.
Levei a minha menina no quarto e a deitei. "Começou a brincadeira" avisei
Comecei desabotoando a sua blusa e deixei os peitinhos da minha menina expostos. Para provocar comecei apertando os mamilos como eu adoro, e ela acostumada com esse meu "carinho" aguentou firme, sem esboçar reação. Depois eu chupei seus mamilos e seios, e desci pelo seu corpo até a cintura. Lá libertei-a da saia e deixei a calcinha de renda negra que ela usava. Gostava dessa calcinha, fazia um contraste gostoso com sua pele alva, o que me dava o maior tesão. Beijei, mordi e lambi suas pernas, aproveitando bem a passividade da minha boneca.
Tirei a sua calcinha e a virei de bruços na cama. Mordi a sua linda bundinha em vários lugares e comecei a bolinar a menininha. Evidentemente ela estava ensopada, e eu aproveitei para melar os meus dedos naquela fruta deliciosa e levei-os a boca....ela tem um gosto delicioso! Voltei a melar meus dedos e quis fazer algo que ela sempre fez manha e me negou: seu cuzinho. Comecei pegando um dos meus dedos lubrificados pelo seu suco e comecei a pressionar o seu botão. Ela "piscava" o cuzinho e eu o massageava suavemente...depois de um tempo, eu aproveitava quando ela relaxava um pouco e fazia uma pequena penetração, ao que ela reagia automaticamente "fechando" o cu. Essa brincadeira continuou por um tempo, até que ela começou a relaxar e eu pude penetrar um dedo e ficar massageando o seu cuzinho. Ela gemia baixinho e eu continuava a minha brincadeira, sendo que agora ela apertava o meu dedo cada vez que piscava.
Eu dei um sorriso de satisfação e tirei o meu dedo de lá...peguei um tubo de KY e espalhei generosamente em meus dedos. Passei um pouco no cuzinho da minha menina e comecei a penetra-lo com dois dedos. Ela fez menção de mexer, mas se controlou e ficou imóvel. Meus dedos esperaram que ela relaxasse o cuzinho e penetrou vagarosamente, fazendo com que ela empinasse a bunda. Ela rebolou um pouco até que o volume que a penetrava se acomodasse de maneira mais confortável. Fiquei mais um tempo brincando dessa forma até que a coloquei em uma posição de quatro, com a bundinha empinada para que eu pudesse penetrar o cuzinho e acariciar o seu grelinho. Voltei a lubrificar minha mão e agora penetrei o cuzinho da minha filhinha com três dedos, e a essa altura ela já estava acostumada com a sensação e já estava gostando. Comecei a masturba-la e ela rebolou mais e gemeu alto, minha bonequinha estava começando a criar vida.
- Essa bonequinha tão linda, gosto tanto de brincar com ela...e parece que ela também está gostando! Tenho a impressão que ela vai querer isso todas as noites!
Parei de acariciar a minha bonequinha e olhei para aquela bundinha linda. Fiquei admirando um pouco e agarrei-a pela cintura, apontei o meu pau na entrada do seu cuzinho e penetrei de uma só vez! O meu brinquedo criou vida e quase saltou da cama, mais pelo susto do que pela dor em si...eu a segurei com firmeza e comecei um vai e vem no seu cuzinho. Ela toda agitada e eu lá comendo o seu cuzinho com vigor. Logo ela parou de tentar fugir e a gemer de modo diferente, como eu previa a minha menina começou a gostar da brincadeira. Ela rebolava com sensualidade, jogando a sua bundinha em direção ao meu corpo, como se quisesse que fosse ainda mais fundo nela...
- Ai que gostoso paizinho...gostei...mais mais mais! Faça o que quiser dessa sua bonequinha! Sou sua, só sua!
A minha satisfação e tesão estavam nas alturas, aquela menina linda, mimada e cheia de personalidade, entregue aos meus desejos era maravilhoso.
Acelerei meus movimentos, e ela acompanhou, até que explodimos em um gozo intenso juntos. Nosso quarto se encheu com nossos gritos de prazer!
Caímos juntos na cama e desfalecemos por alguns momentos e ao acordar fiquei admirando aquele lindo e delicado brinquedo que me pertencia....
Arthur
21/03/2012

Observando


Eles estavam ali, no mesmo ambiente mas não se falaram.
Seu olhares se cruzaram várias vezes e o clima de sedução era evidente, ele com seu olhar firme, gélido, e ela com a vista baixa, mostrando a timidez da situação.
Ela sabia que aquele olhar era de quem a desnudava, não só suas vestes, mas a sua alma. Ele queria a essência daquela mulher, daquela menina, que se aventurava naquele mundo estranho e diferente.
Ela estava sem jeito, mas gostava do jogo, caminhava próximo a ele, sentava, se abaixava e mostrava suas formas.
O decote da blusa também revelava suas formas e ela sentia prazer em provocar. Ela sabia que todos observavam, mas seu alvo era um só...ele!
Ele por sua vez a seguia, observava cada movimento, cada gesto. Registrava seu comportamento, seu jeito de se expressar, sua essência. Sabia que ela sentia tesão naquilo e a comandou sem uma palavra, sem um gesto, apenas com o olhar. Ela andou, dançou e se movimentou conforme os desejos dele, seu corpo o chamava, mas ele não reagia, apenas regia...
A noite acabou e ele se foi, deixando-a com vontade de concretizar tudo aquilo que a fez sonhar aquela noite, simplesmente com ele a observando...
A/

A difícil arte de aprender


Sim, aprender é doloroso, pois requer vontade, atenção e senso crítico, ainda mais hoje em dia, que temos tantas fontes e nem sempre sabemos o quanto são confiáveis.
É muito fácil acertar e errar, e nem sempre quem está de fora entende isso, e pessoas que tem maior tempo em algum lugar tem traumas que as fazem se revoltar ao menor sinal de fumaça, e podem sem querem acabar com um gostoso churrasco alheio.
Temos que ter paciência ao apontar os erros, e de nada adianta apenas jogar pedras, afinal muitos apenas aprendem quando constatam o erro.
As pessoas tem o direito de errar, assim como o de acertar, faz parte da natureza humana, não temos o direito de podar isso.
Só nos resta torcer para que o erro seja reconhecido e tudo volte a normalidade, sem mágoas, mas com aprendizado.
A/

Filosofando sobre Lolita


Por um motivo ainda desconhecido, eu ainda não havia assistido Lolita de Adrian Lyne http://www.imdb.com/title/tt0119558/
Ontem resolvi assistir e fiquei filosofando sobre o filme...
Será que toda relação como essa está fadada ao fracasso? Uma baby acaba sempre querendo livrar-se do seu Daddy depois de algum tempo?
A conclusão que eu cheguei é que muito provavelmente esse tipo de fetiche tem um momento para terminar, pois o conhecimento mútuo acaba minando o charme maior de uma baby que é a sua criatividade.
As babies amadurecem, acabam querendo outras coisas, e com isso, o fetiche pode acabar e o relacionamento pode ir junto, basta o Daddy não acompanhar a evolução.
O Daddy pode tornar-se amante? Dono? ou qualquer outra variação dentro do mundo SM? Não sei...eu acho que vai depender muito do elo emocional que existe entre eles.
Eu particularmente acho que ser baby, é um estado de espírito, é algo lúdico que pode caber em momentos de uma relação, mas não a todo momento, e isso pode salvar um relacionamento baseado nesse fetiche.
De qualquer forma é bom assistir algo que me faça refletir sobre o meu momento e meus desejos...
A/

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Gosto de te ver sofrer


Do seu olhar baixo
Da sua lágrima umedecendo o chão
Dos seus joelhos ardendo no assoalho
Da sua respiração ofegante
Te desconstruí
Te fiz menor
Pequena
Te fiz do tamanho da minha mão
Para então te libertar da dor
Te oferecer meu toque
minha atenção
Te desnudo e te coloco te quatro
Deixo sua ansiedade e seu desejo te preparar
Seu corpo reage
Quer mais
Quer que eu a possua e mostre o meu desejo
Isso é feito de um só movimento
Profundo
Intenso
Você é minha
Sempre foi
Sempre será
Mesmo que tente se enganar
Mesmo que tente fugir
Retornará pedindo por mais!
A/

Não se esconda


Saia das sombras
Enxugue as lágrimas e venha
Chegue devagarinho
Tímida, assustada
Doeu e mesmo assim quer ficar?
Quer mais?
Gosta de chamar a minha atenção?
Sabe que fez tudo errado e quer ser castigada?
Venha, implore pelo meu toque
Pela minha mão pesada
Peça que eu descarregue a minha raiva
e a perdoe
Depois se ajoelhe
Ofereça os seus cabelos ao meu afago
e a minha pegada firme
Até trazer a sua boca a minha
Delicie-se com meu beijo
Fique sem respiração e se entregue
Arranque sua blusa e esfregue seus seios em mim
Ofereça seu corpo
Sua dor
Ao meu desejo
Seja minha e seja perdoada...

Simples?

Acha que é simples?
Chegar e dizer sim Senhor?
Não basta
A entrega tem que ser muito mais do que isso
Deve ser doação
Muito mais que estar junto,
é querer agradar o seu Senhor em todos os momentos
É desejar a atenção dele
O toque
Se arrepiar nesses momentos
Coração acelerado
Ofegante
Reagir a cada estimulo
Querer mais
Apesar das lágrimas, sorrir por dentro
Pois seu Senhor sorri daquela forma sádica
Seus gritos e gemidos que vem da alma
Sinceros, como cada declaração de amor
Alimentando a perversidade do meu ser...

Não adianta


Negar o óbvio
Fugir da verdade
Tentar se enganar
Sabes que é minha,
Por mais que tente negar
Por mais que se ache protegida
Em seu canto obscuro
A sombra não a protege
O silencio não esconde
Você ainda respira
Seu coração ainda pulsa
E isso te trará a mim
O orgulho te fará sofrer
Mas isso será esquecido
Quando repousar em meus braços
Com os olhos mareados
E um leve sorriso de felicidade

Vida


Que parece eterna,
Que sempre terá um amanhã
Quem nos garante?
Como saberemos a data de nossa partida?
Não basta apenas respirar
Só sobreviver dia após dia
Acho pouco
Temos que sonhar e buscar
Sempre
E ao partirmos,
Deixar pelo menos uma pessoa com saudades

Caminhar - Conto antigo


Não se incomode quando saio
e digo que vou caminhar
Faço isso para não ser injusto
Para não ofender quem não merece
Preciso de ar
Preciso de novas vistas
Preciso observar novas pessoas
O casal que se agarra em um muro
A criança brincando com o cachorro
O casal de idosos caminhando de mãos dadas
O pássaro se banhando na poça
Isso normalmente me acalma
Dá novas perspectivas
Para inclusive traçar novos rumos

Frio - Conto antigo


Abaixo dos 12 graus é frio em qualquer lugar, e essa era a temperatura lá fora.
Aqui no quarto, a lareira e os cobertores minimizavam a baixa temperatura.
Os dois corpos que se encontravam nus, procuravam se aquecer um pouco mais utilizando da proximidade e do intenso contato físico.
Os beijos e os carinhos se intensificavam e a temperatura aumentava.
O tesão também.
Pouco a pouco os animais se libertavam, as unhas se cravavam nas carnes, as bocas mordiam sedentas de gemidos, as mãos agarravam os cabelos dando uma prazerosa dor.
Os gritos e gemidos encobriam o estralar da lenha no fogo.
Os corpos começavam a ficar marcados e o calor os fazia transpirar, suar, pingar...
Como se não bastassem os fluidos corporais do tesão!!!
Puxando os cabelos ele a coloca de quatro e enche a bunda alva com sua mão firme.
Ela geme de prazer e pede mais e mais. Seus dedos crava na cintura e a penetra.
Mais gritos e gemidos enchem o ambiente.
Agora o cinto de couro aparece na mão dele e ela tenta escapar. O sádico estava lá agora e a masoca teve medo. Ele não teve dúvida em prende-la com suas mão firmes e começar com o açoite. Em pouco tempo as tentativas de fuga se transformaram em entrega e prazer...
O sorriso do sádico demonstrava todo seu prazer e satisfação.
Mais uma vez ele a penetra, com força, e a leva a um gozo explosivo, que ele acompanha preenchendo-a com sua porra!
Seus corpos suados ignoram o frio exterior e repousam nus naquele quarto...

Manhã - Conto antigo

Acordo cedo, normalmente com tesão e procuro sempre uma forma de aliviar. A noite anterior foi completa, cheia de gozos e prazer, e mesmo assim queria mais.
Minha companheira e cúmplice dormia profundamente ao meu lado, resultado da intensa atividade, mas não reclamou quando a encoxei de pau duro, muito pelo contrario, ela rebolou e encaixou sua deciosa bunda em meu pau.
Não hesitei em abraça-la por trás e apertar seus peitos e mamilos.
Ela gemeu convidativa e empinou a bunda. Meu pau roçou sua buceta que já começava a melar.
Mordi seus ombros e seu pescoço, marcando sua carne. Ela gemeu novamente e se colocou de 4. Comi de uma só vez, fodi com força, cravei mês dedos em sua carne, machuquei-a. Ela movia-se pedindo mais.
Ela gritou ao gozar, uma, duas três vezes e recebeu minha porra.
Caiu exausta e eu satisfeito levantei-me para mais um dia de trabalho

Perdão (Continuação) - Conto antigo


Voltei depois de aproximadamente 15 minutos, mas que com certeza para aquela cadela na cama pareceu uma eternidade.
Ela permanecia ali, de quatro, toda exposta e se oferecendo para o meu uso. Ouvi um choro baixo e prontamente disse: Quieta de forma firme e autoritária.
Ela engoliu o choro e emudeceu.
Postei-me ao seu lado e fiquei encarando-a. Seu rosto amarrotado pelo choro estava imóvel, mas logo mudou ao dar-lhe o primeiro tapa na bunda. Ela sorriu.
"Tá rindo por que?"
Seu rosto congelou novamente.
Dei o segundo tapa na outra banda e deixes ambos lados vermelhos com a marca de minha mão.
Repeti os tapas alternados nos lados da bela bunda de minha cadela e ela passou a sussurrar "obrigado Senhor"
Eu não estava satisfeito, minha irritação ainda era grande com a peça que esta lá ao meu dispor. Peguei o meu cinto de couro e dei um golpe naquela carne avermelhada.
Ela gemeu baixo e agradeceu novamente. Fingi que não vi o tímido sorriso que retornara a sua face.
Novamente os golpes alternados intensificaram o vermelhidão da carne.
Os gemidos de dor se transformaram em gemidos de prazar. Sua buceta pingava de tão ensopada.
Quando a toquei, ela estremeceu e imediatamente gozou na minha mão e desabou.
Passei gelo em suas carnes e em seguida um creme para evitar as marcas dos hematomas...
"Descanse cadelinha, depois conversamos"
Ela deitou em meu colo e adormeceu com lágrimas no rosto...

Perdão - Conto antigo


5 dias se passaram desde a desatenção que provocou o castigo. 5 dias com trocas mínimas de conversa e nenhum contato físico, e ela já havia tentado de tudo, se oferecer para meu uso como uma vadia, emails enormes pedindo perdão, pedidos e ofertas de massagem, presentes e todas as formas que ela sabia que me agradaria em qualquer situação, e eu estava irredutível.
A minha indiferença a enlouquecia e ela chegou a querer levantar a voz e pedir a atenção.
Em vão, aliás só piorou.
Ela se fechou e ficou triste e calada por 2 dias.
No terceiro dia cheguei em casa e ela estava na penumbra, pequenos pontos de luz das velas iluminavam o ambiente, além de uma música suave que tocava.
Sentia o perfume dela preenchendo o ambiente.
Ao chegar no quarto, uma taça de vinho estava na cabeceira, e ela estava na cama, de quatro e nua, se oferecendo.
Peguei a taça, dei alguns goles e deixei-a na sua bunda. Ela deu uma tremida ao sentir o frio da taça, e por pouco não derruba.
Troquei de roupa e fiquei mais confortável, peguei o meu livro e fui para a sala ler. Ela permaneceu imóvel enquanto eu lia na sala.
Fiquei por mais de uma hora lendo e ouvindo a seleção de músicas que ela sabiamente escolheu, e então fui me recolher.
Ela permanecia lá na mesma posição, passei minha mão em sua buceta e ela estava ensopada. Sorri e fui ao banheiro me preparar para o repouso, abandonando-a mais uma vez.