Voltei depois de aproximadamente 15 minutos, mas que com certeza para aquela cadela na cama pareceu uma eternidade.
Ela permanecia ali, de quatro, toda exposta e se oferecendo para o meu uso. Ouvi um choro baixo e prontamente disse: Quieta de forma firme e autoritária.
Ela engoliu o choro e emudeceu.
Ela permanecia ali, de quatro, toda exposta e se oferecendo para o meu uso. Ouvi um choro baixo e prontamente disse: Quieta de forma firme e autoritária.
Ela engoliu o choro e emudeceu.
Postei-me ao seu lado e fiquei encarando-a. Seu rosto amarrotado pelo choro estava imóvel, mas logo mudou ao dar-lhe o primeiro tapa na bunda. Ela sorriu.
"Tá rindo por que?"
Seu rosto congelou novamente.
Dei o segundo tapa na outra banda e deixes ambos lados vermelhos com a marca de minha mão.
Repeti os tapas alternados nos lados da bela bunda de minha cadela e ela passou a sussurrar "obrigado Senhor"
Eu não estava satisfeito, minha irritação ainda era grande com a peça que esta lá ao meu dispor. Peguei o meu cinto de couro e dei um golpe naquela carne avermelhada.
Ela gemeu baixo e agradeceu novamente. Fingi que não vi o tímido sorriso que retornara a sua face.
Novamente os golpes alternados intensificaram o vermelhidão da carne.
Os gemidos de dor se transformaram em gemidos de prazar. Sua buceta pingava de tão ensopada.
Quando a toquei, ela estremeceu e imediatamente gozou na minha mão e desabou.
Passei gelo em suas carnes e em seguida um creme para evitar as marcas dos hematomas...
"Descanse cadelinha, depois conversamos"
Ela deitou em meu colo e adormeceu com lágrimas no rosto...
Ela deitou em meu colo e adormeceu com lágrimas no rosto...
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